A INSURREIÇÃO DO CORPO E DA MENTE: O 8 DE MARÇO SOB A ÓTICA DO ANARCOFEMINISMO E A MEMÓRIA DAS MULHERES DE AMOR E ÓDIO
Resumo: Este artigo analisa a trajetória das lutas femininas sob a lente do anarquismo, questionando a eficácia do reformismo estatal e a ilusão da igualdade jurídica. Explora-se a interseccionalidade entre raça, gênero e classe, abordando desde a violência sistêmica (feminicídio e estupro coletivo) até a resistência das mulheres anarquistas latino-americanas. Através das obras de Bakunin, Kropotkin, Malatesta, Proudhon e Oiticica, propõe-se a ação direta como única via para a emancipação total.
